Fiscalização agropecuária do IMA contribui para a preservação do solo e o desenvolvimento sustentável
Ação técnica no campo assegura o manejo de agrotóxicos e resguarda a viabilidade produtiva do agronegócio mineiro
A preservação do solo é uma das consequências da fiscalização agropecuária em Minas Gerais. Por constituir a base da produção de alimentos e da economia do estado, o manejo técnico desse recurso ganha evidência neste 15 de abril, Dia Nacional da Conservação do Solo, como um resultado das ações de controle e monitoramento no campo.
A Diretoria-Executiva do Sindicato dos Fiscais Agropecuários e Fiscais Assistentes Agropecuários considera a data oportuna para dar visibilidade ao trabalho dos servidores do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). Segundo a vice-presidente do Sindafa-MG, Marcela Ferreira Rocha, a categoria resguarda esse patrimônio.
“A atuação técnica dos fiscais merece destaque pelo papel na orientação do uso correto de agrotóxicos e na preservação do patrimônio produtivo mineiro. Ao fiscalizar a ponta da cadeia, esses servidores evitam o uso inadequado de substâncias que poderiam comprometer a fertilidade da terra e a qualidade dos lençóis freáticos”, afirma Rocha, que também é engenheira agrônoma e fiscal agropecuária.
Legislação e monitoramento de insumos
A legislação regula desde o cadastro de agrotóxicos até o destino final das embalagens em unidades de recebimento autorizadas. Compete ao IMA a fiscalização da regularidade técnica desses produtos, o que inclui a verificação das condições de armazenamento, a integridade dos recipientes e a obrigatoriedade da venda mediante receita agronômica.
O trabalho dos fiscais agropecuários e fiscais assistentes agropecuários estende-se às propriedades rurais, para assegurar que o uso de defensivos siga as normas vigentes. Esse acompanhamento é subsidiado pelo cadastro estadual, instrumento utilizado para monitorar a circulação e a aplicação dos produtos no território mineiro.
Segurança produtiva e logística reversa
A defesa sanitária vegetal abrange ainda a logística reversa. O monitoramento do transporte e da devolução das embalagens vazias impede que resíduos químicos permaneçam no ambiente, visando o cumprimento dos padrões de segurança ambiental.
Dessa maneira, o fiscal do IMA atua como um elo entre o avanço tecnológico no campo e a preservação dos recursos naturais. As ações de fiscalização realizadas alcançam a saúde do trabalhador rural e a conformidade do produto final, com efeitos na competitividade do agronegócio mineiro.
Valorização da categoria e compromisso com o futuro
A sustentabilidade do setor em Minas Gerais está ligada à atuação do quadro técnico da autarquia. O reconhecimento desses profissionais é necessário para que o estado mantenha os padrões de defesa agropecuária e conservação ambiental.
Neste 15 de abril, o registro da atuação dos fiscais reafirma o compromisso da categoria, representada pelo sindicato, com a proteção do solo e com a viabilidade econômica e sustentável das futuras gerações.
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#SindafaMG: Valorizando e defendendo os Fiscais Agropecuários e os Fiscais Assistentes Agropecuários de Minas Gerais.